Disponibilidade de medicamentos nas farmácias da prefeitura chega a 90%

A disponibilidade de medicamentos nas farmácias da Prefeitura de São Paulo atingiu a média de 90%, nível considerado aceitável e dentro dos padrões praticados na iniciativa privada. A melhora no abastecimento se deve ao programa Remédio Rápido, lançado em fevereiro pelo prefeito João Doria para combater emergencialmente a falta de remédios nas cerca de 600 farmácias da rede pública.

“O nosso programa Remédio Rápido envolve um esforço muito grande que ainda não terminou. É um esforço contínuo, pois a demanda por medicamentos nos postos de saúde e nos hospitais públicos municipais é muito grande”, afirmou o prefeito João Doria.

Dos 50 remédios mais procurados nestas farmácias, apenas três estão com estoque em estado crítico no momento. Um deles é o Ibuprofeno, que tem uma compra emergencial em curso. Desde janeiro, foram abertos pela Prefeitura mais de 580 procedimentos para aquisição de medicamentos, que somaram R$ 95,9 milhões em investimentos.

A maior parte das compras foi realizada em fevereiro, quando a Secretaria Municipal da Saúde investiu R$ 47,3 milhões, metade do total. Durante este mês, a Prefeitura realizou compras em todos os dias úteis.

Atualmente, com a cobertura média de 90% de medicamentos garantida nas farmácias, dos 187 remédios, 144 estão em nível ideal e 25 em nível bom – somente 10 se encontram em nível crítico e 8, em situação regular. O percentual é calculado levando-se em conta a presença, no balcão de cada farmácia, do total dos medicamentos da lista regular. Os 90% significam que, na média das farmácias, 9 em cada 10 remédios buscados serão encontrados – algumas, no entanto, terão índices mais altos ou mais baixos do que os 90%.