Estação da Linha Vermelha do Metrô terá filme gratuito para 200 pessoas

Usuários da Linha 3-Vermelha do Metrô poderão assistir a um filme gratuito. A sessão de cinema será nesta sexta-feira (25), à noite, na estação Guilhermina-Esperança, na zona leste da cidade. O filme estará na tela pontualmente às 18h até às 20h. Ao transitar pela estação será fácil a visualização de uma grande tela inflável, onde será projetado o filme Fahrenheite 451.

Logo após, tem início a uma “Batalha de Poesias”, também ligada ao filme. A intervenção se estende até às 21h. O espaço pode receber até 200 pessoas na área livre da estação.

Além dessas atividades, um caminhão do Bibliosesc ficará aberto para empréstimos e devoluções de livros. Esta atividade acontece das 14h às 18h, na área externa da estação.

A parceria entre Bibliosesc e Metrô começou em 2015. E em 2016 a parceria levou projeções para o sistema metroviário paulista com o filme O Carteiro e o Poeta.

O Bibliosesc é um programa do Sesc SP criado para incentiva a leitura e oferecer gratuitamente o empréstimo e consulta de livros, jornais e revistas. As bibliotecas volantes atendem regiões como Campo Limpo, Santana, Itaquera, Interlagos, Osasco, Santana e São Caetano.

O programa conta ainda com diversas atividades, como encontros com escritores, oficinas, narração de histórias e intervenções artísticas.

Sobre o filme Fahrenheite 451

Num futuro hipotético, os livros e toda forma de escrita são proibidos por um regime totalitário. O argumento usado é que tornam as pessoas infelizes e improdutivas. Se alguém é flagrado lendo, a pessoa acaba presa e “reeducada”. Se uma casa tem muitos livros e um vizinho denuncia, os “bombeiros” são chamados para incendiá-la. Montag é um desses bombeiros. Chamado para agir numa casa “condenada”. Ele começa a furtar livros e lê-los. O comportamento de Montag no dia a dia começa a mudar, até que sua mulher, Linda, desconfia e o denuncia. Enquanto isso, ele mantém amizade com Clarisse, uma mulher que conheceu no metrô, e que o leva para a terra dos “homens-livro”. Comunidade formada por pessoas que memorizavam livros e também eram perseguidas.

Foto: Metro SP