População deve ficar atenta aos sinais e sintomas da hanseníase

 A campanha, realizada na segunda semana de setembro com intensificação em janeiro, faz parte da Estratégia Municipal para o Enfrentamento da Hanseníase 2019-2022, pactuada com o Ministério da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

O objetivo é aumentar a detecção de casos novos, prevenir incapacidades físicas que podem ser ocasionadas pela doença e fortalecer o sistema de vigilância para a hanseníase, já que o Brasil ocupa a 2ª posição do mundo entre os países que registram casos novos da enfermidade, além de deter 92% do total de casos dos países das Américas.

A hanseníase tem cura, mas se não tratada ou tratada tardiamente, pode causar incapacidades físicas ou deformidades nas mãos, pés ou olhos. A transmissão ocorre quando uma pessoa infectada elimina o bacilo Mycobacterium lepra e por vias aéreas superiores (mucosa nasal e orofaringe), ou seja, através da respiração, por meio de contato próximo e prolongado.

A população deve ficar atenta aos sinais e sintomas mais frequentes da doença, como aparecimento de manchas esbranquiçadas ou avermelhadas “dormentes” na pele. Nestes casos, a orientação é procurar uma UBS. O tratamento é gratuito.